segunda-feira, 29 de agosto de 2016

poema/ Tempo II.



da árvore
que pousam
os meninos
de hora marcada
soam
e
saem
os
segundos
urgentes
da vida
beira d’água.

eu que
sou pobre
pedi ao Tempo
o cronômetro
da vida
mas quem sou
se não jovem
para entender
e assim
ver
que é de
muitas
ampulhetas
que se
aprende
um

caminho.

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