ao senhor da palha
que sua pele é
marrom
que diga
quão breve é a
doença
do corpo
da alma
da carne
da morte
e
nascença.
espírito de pobre
que sou
valho-me de fé
em ti
porque d’Orum
me vês
em restos
pálido
fraquejante
do peito
vascilo.
senhor da terra
príncipe dos
médicos
amo da cura
suplico minha alma
me limpa
me pura.


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